Toby Collection, pioneer in accessible for children gisele.jorn@uol.com.br

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18/01/2015

PRESERVAR A MEMÓRIA É ATO CIVILIZATÓRIO

BRASIL-FRANÇA No último dia 13 recebi, em casa, a gerente-geral da agência Itaú Personnalité Osasco (SP). Veio acompanhada de outro gerente. Depois de resolver questões bancárias, já que minha acessibilidade para ir na agência está impossível, entreguei a ela volume encadernado das edições da revista Franjour, guardada comigo com muito carinho. Ela disse que mostraria à sua superintendência e atenderia ao meu pedido: guardar na memória da fusão do brasileiro Itaú com o francês BFB-Crédit Lyonnais no acervo do Itaú Cultural. Outro volume sei que já está guardado no Credionnais. Tenho muita preocupação que a memória cultural siga seu curso, em contribuição com as futuras gerações. Não somos sequer um país civilizado mas devemos insistir e fazer a nossa parte. Preservar a memória é um ato civilizatório.
Capa da revista Franjour, inaugurando a coluna
dedicada à crítica literária do jornalista, poeta e
economista SergioAmaral, então gerente de
underwriting do BFB.
 

16/01/2015

Rosa do Deserto

Filha do vento, da areia e da umidade.
Filha do Criador que a fez florescer no deserto.
A biota, como prefere definir o cientista.
Tão rara como as amizades de verdade.
Os povos do deserto atribuem poder de cura
à Rosa do Deserto.
A minha ganhei de uma amiga especial.
Para ela será devolvida no momento certo.
Somente ela é guardiã deste tesouro.

Até o cientista se emociona diante da força da natureza divina. A rosa é o símbolo do amor. Somente o amor cura. Na imensidão da areia, dos ventos e do solo desértico Deus permitiu a delicada forma de pétalas sobre pétalas que se unem em forma de rosa de minério. Por mais áridos e sofridos que sejam os dias da humanidade sobre a Terra que nos foi dada para habitar, sempre haverá uma rosa, símbolo do amor de Deus pelos seus filhos.


 

12/01/2015

Amizade é selada com Rosa do deserto

Rosa do deserto (a biota, como definiu o mestre Aziz Ab'Sáber). Ganhei-a da amiga Edna Albino, enfermeira da Prefeitura Municipal de São Paulo, numa noite especial, em dezembro 2008, no Teatro Eva Herz, durante lançamento do meu terceiro livro, escrito com orientação do saudoso mestre. Ele deu uma aula inesquecível sobre a Amazônia Brasileira para um público de 400 pessoas, entre alunos, professores e geógrafos. A visita da Edna foi a primeira do Ano Novo. Uma tarde gostosa, com bolo de chocololate, sorrisos e o aroma do creme e colônia da linha Hinode. O filho da Edna representa a marca e eu recomendo.
Edna sorrindo na sala de casa. A Rosa do Deserto voltará
para as suas mãos. Somente ela poderá ser a guardiã
deste tesouro.